30 ago 2012

O caso das borboletas

Há 3 anos e 7 meses eu conheci meu marido. Sem experiência nenhuma em relacionamento amoro, eu me joguei de cabeça naquela história. E durante 2 anos e meio nós namorados à distância. Namorar não é bem o verbo certo que conjuga nossa história, mas isso é papo pra outro post. Nesses anos de relacionamento à distância (como prefiro chamar) o meu maior pesadelo era passar alguns meses sem ele. Não pela paranoia de traição e afins, mas pelo simples fato de estar sem a presença física dele.

Quando me mudei pra Suíça para morarmos juntos, esse sofrimento acabou – claro que vieram outros, como a saudade do Brasil. Estamos hoje um ano casados, e nesse ano só ficamos separados por duas semanas quando, fui ao Brasil visitar minha família e amigos. E foi de novo difícil, talvez por essa lembrança que tenho de ficar meses sem ele.

Alguns meses atrás ele me disse que iria fazer uma viagem com o grupo de amigos que ele conheceu enquanto estava viajando pela América do Sul. Para mim foi um choque! Não por ficar sem ele, mas por que ele iria viajar com os amigos solteiros. E aquela paranoia que eu nunca tive, veio à tona. Eu achei, no momento, um absurdo, pois estávamos casados e uma viagem dessas não fazia sentido. E eu consegui convencê-lo do mesmo.

Passadas algumas semanas eu não conseguia mais ME convencer de que tinha feito a coisa certa. Eu pensei, repensei, analisei e cheguei a conclusão: Ele DEVE ir! Porque? Porque eu nunca admirei relacionamentos baseado na desconfiança, chantagem e, principalmente, na não liberdade. E eu me peguei prendendo meu marido, e me senti injusta.

Eu quero esse homem pra ficar comigo porque ELE quer. Eu quero que ele viaje e queira muito voltar pra mim. E, mais importante, não quero que, no futuro, ele diga que não fez alguma coisa importante pra ele por minha culpa. Eu larguei meus amigos e minha família no Brasil, e por mais que eu sinta uma saudade imensa, eu nunca vou culpá-lo, pois fiz porque quis.

E no caso da traição, que é o que muitas mulheres pensam quando o namorado/marido vai viajar, eu tenho a seguinte posição: Se eu tenho que segurar meu marido pra que ele não me traia, então eu não o quero de forma alguma. Não acredito em duas pessoas virarem uma, não acredito em Facebook junto com namorado, e nem em compartilhamento de senha de e-mail. Cada um deve ter sua própria identidade e vontades, e isso deve ter respeitado entre os parceiros.

Sei que algumas pessoas acham que, fazendo isso, eu abri chance que algo aconteça. Mas o mais importante pra mim foi que, com essa atitude de apoiar a viagem, eu ganhei a admiração do meu marido. Como eu poderia privá-lo de uma parte importante da vida dele? Ele sempre me achou uma pessoa forte e decidida, porque eu iria mudar o jogo agora? Nossa história começou assim, e entre altos e baixos, viagens e visitas, nós continuamos firme e fortes. E aquele sentimento de saudade que eu não sentia há muito tempo está de volta.

Desde quanto o conheci até hoje meu lema é o mesmo: “Que voe por todo o mar…. E volte aqui… Pro meu peito!”

ps: Aqui na Suíça é super comum casais fazerem férias separados. E isso não significa férias só de meninas ou só de meninos. Grupos antigos de colégio, bairro fazem férias juntos sem seus parceiros.

ps2: O Amir está no Brasil. Imagina o tamanho da minha inveja?


29 jun 2012

1 ano de Suíça

Um ano atrás eu cheguei na Suíça. Um ano atrás eu deixei tudo e todos sem olhar pra trás! Eram um momento de tristeza e alegria. De despedida e reencontro! Mas uma coisa eu nunca senti: medo. Nem por um instante! Cheguei aqui num dia quente, com duas malas na mão e o coração cheio de coragem. Só.

Nesse um ano muita coisa aconteceu. Me casei, viajei, conheci muita gente e aprendi uma língua nova.

Se foi tudo mil maravilhas? Nem de longe! Me casei longe da minha família e dos meus amigos, senti muita saudade de casa, pensei por alguns instantes em desistir e me senti triste algumas vezes.

Mas, eu faria TUDO DE NOVO de olhos fechados, como fiz há um ano. Felicidade não  tem preço e lutar pela própria felicidade é a maior satisfação do mundo. Que venham mais um, dois, 10 anos de novas experiências, e se Deus quiser, do lado do homem que eu amo.

E a saudade continua!


12 jun 2011

Do you wanna be my valentine?

Desculpem a falta de acentos acima! (A pressa é inimiga da perfeição!)

E o dia dos namorados chegou! Pra felicidade de uns, tristeza de alguns, e indiferença de outros. Li no facebook uns dias atrás uma amiga, parafraseando outra, se questionando porque necessitava passar os dias dos namorados com um namorado, pois por acaso ela passa o dia dos índios com um índio? Faz sentido.

Mas o que mais me impressiona nesse dia, não é o desespero das “solteironas” em ter um namorado. Digo solteirona porque só as que se auto-intitulam assim sofrem nesse dia. Há mulheres sem namorado que jamais ligaram pra essa data. Então o que mais me assusta é os sites e revistas de moda/tendência fazendo listas enormes e quase sempre carérrimas de presente para os namorados. Algumas até se arriscam a dizer o que você NÃO PODE, de jeito nenhum, dar para o seu namorado. (ÃÃÃNNNN??)

Será que estamos caminhando pra uma supervalorização do valor etiquetado das coisas até no quesito relacionamento? Acho que se você precisa de conselhos do que dar pra o SEU namorado, é hora de reavaliar algumas coisas. É, eu só acho mesmo, aqui no blog é tudo baseado na filosofia do achismo.  Daí você faz uma lista que tem, sei lá, uma camiseta muito massa, um tênis da moda, um CD/DVD e sei lá mais o quê. Acho que esse tipo de presente se dá em Natal e aniversário. Estou falando isso sem experiência nenhuma! Nunca tive um namorado comigo no dia 12 de junho de qualquer ano. Namoro há dois anos, estou há um mês do casamento e nunca passei dia dos namorados com o Amir. Falo tudo isso porque de tanta distância, tanta saudade de um aconchego, carinho, beijo, amasso, tanta vontade de olhar no olho, tudo que eu queria hoje, era meu namorado aqui comigo. E se estivesse , não o esperaria com uma caixa com um laço vermelho em cima, nem me importaria se ele viesse de mãos vazias. Iria recebê-lo de braços abertos, com uma saudade imensa e um enorme alívio em tê-lo por perto, e o convidaria pra fazer qualquer coisa que nunca fizemos nesses dois anos juntos.

Talvez não sairia pra comer sushi nem ir ao motel. Afinal, poderíamos fazer isso qualquer dia. Mas, confesso que também não sei o que faria. Certamente não me importaria em parecer brega, clichê nem piegas, afinal, do que o amor romântico é feito mesmo? De momentos racionais? Quem vai admitir, que uma vez ou outra, fala estilho “nhênhênhê bebezinho” com o namorado? Ah, garanto que você vai dizer que não!

»Image Source«

Feliz dia dos namorados a todos que sabem a delícia que é dormir de conchinha, ter um ombro amigo, um beijo apaixonado e um benzinho pra chamar de _______ (insira aqui o nome estranho que você dá pro seu namorado).


18 abr 2011

Chá de panela

O ditado diz que quem casa quer casa, mas quem casa também quer um chá de panela não é mesmo? Mas quem vai morar fora como faz? Faz do mesmo jeito, mas sem pano de prato e panelas como presente, e sim, uma singela contribuição em francos suíços dinheiro. Logo que tive a iniciativa de fazer o chá já fui logo ter idéias de decoração e comida bem simples, afinal as vacas andam magras por aqui. Para decoração pensei em algo bem mulherzinha, com lacinhos, corações e bonequinhas, afinal chá de panela é coisa de mulherzinha né? Então pensei em detalhes rosa e vermelho e muito, mas muito frufru. Eu, minha mãe, Cadu e Henrique passamos algumas tardes rindo e fazendo os tais frufrus.

Pra comer coisas rápidas e praticas e, claro, em formato de coração. Quem vê pensa que eu sou muito meiga. Os docinhos e salgadinhos foram feitos pela mãe. Aproveitando o ensejo a oportunidade vou fazer um jabá básico: Saborearte é a empresa da mãe, ainda em fase inicial, mas já com muitos eventos na agenda. Docinhos, salgadinhos, pão caseiro e muito mais pode ser pedido direto pela internet através do Saboreartedelivery, você faz a compra através da internet e recebe em casa, tudo quentinho. Já a Saborearte Eventos faz jantares para eventos grandes (ou pequenos tbm haha). Quem já comeu sabe do que eu estou falando!

Casa de ferreiro espeto de pau – Não vou dizer que não seu cozinhar bem, vou ser sincera e dizer que NÃO sei cozinhar, mas para o chá me aventurei na cozinha. Fiz a maçã do amor e cheesecake pops, tipo uma versão cheesecake mas com cobertura de chocolate em formato de pirulito (que não deu certo, só ficava direito dentro da geladeira, senão derretia).

Os balões em formato de coração coloquei por toda a parte. Tinha também lacinhos nas plantas, cadeiras e outra coisas, mas não tive tempo de tirar fotos. Como a outra parte interessada (o noivo) não estava presente na festa, tentei fazer com que ele tivesse algumas lembranças desse dia, além das fotos. Em 1 metro de papel os amigos deixaram recados fofos, e com muita energia pra nós! Fiz a brincadeira de pergunta e resposta sobre mim. Minha irmã mandou perguntas a meu respeito para ele, e eu tive que tentar adivinhar a resposta dele. Errei feio algumas. Shame on me. Cada erro era um copinho de vodca. Saí da brincadeira passada! Shame on me 2. Acordei com um ressaca moral master, mas minha mãe disse que chá de panela e despedida de solteira é assim mesmo. OK.

No final da festa os amigos tentaram me levar pra buatchy mas eu não tinha condições físicas (alô vodca?!), foram muitos dias preparando tudo. E como minha curiosidade é muito grande, eu quis checar logo as contribuições, ver se convertendo para francos suíços iria ser possível comprar uma televisão massa, já que essa era minha meta. Fiquei simplesmente impressionada com o valor. Era um chá de panela simples, com meus amigos simples, mas a generosidade deles não foi nada simples! Adorei tudo, mas o melhor mesmo é poder festar com vocês! Obrigada amigos, vou sentir falta. (momento tenso)

Que venha a despedia de solteira!


30 mar 2011

Papai do céu…

Atire a primeira pedra quem nunca ficou bravo com Deus por não ter um pedido atendido, ou porque não foi atendido no tempo pretendido. Você pede e espera. Cria expectativas, faz planos, porque afinal o combinado foi ter fé, acreditar e pedir.

Nesses momentos de espera é comum querer que o tempo passe rápido. E nisso a gente deixa de perceber o que está ao redor. Garanto que quem está numa situação de espera, apertaria o botão “foward” se pudesse. Passaria rápido esse momento de espera e chegaria rapidinho no final. Isso me faz lembrar aquele filme, Click, que através de um controle remoto, o cara passa mais rápido todas aquelas situações chatas do dia-a-dia. O que aconteceu no filme é o que estava, facilmente, começando a acontecer comigo: Foco no futuro, esquecendo o presente.

Eu quero muito conseguir um apartamento em Zurique e me mudar pra lá, pra morar com meu namorado. Eu olho apartamentos o dia todo, mando e-mails e espero respostas. Semana passada meus amigos estiveram aqui em casa e um deles me disse que eu tinha me fechado, demorou pra entender o que ele queria dizer com isso, afinal a gente nunca vê rapidamente o que está fazendo de errado. Muitas coisas ele me disse, e eu sempre cheia de razões e desculpas, afinal o que eu quero é isso e pronto! É certo querer muito alguma coisa, mas mais certo ainda é não se fechar pra um único desejo. Pode ser um emprego, um namorado, um carro, uma casa, um aumento no salário, enfim, coisas que todos desejam o tempo todo. Foco em uma só coisa, sem pensar em outras mil possibilidades que tem ao nosso redor é desperdiçar energia.

Quando eu decidi e planejei minha viagem à Suíça, em pensei “SE JOGA!!”, e comecei e viver lá, quer dizer, viver não, por que quem vive no futuro não vive, sonha. Eu preciso me jogar aqui, agora. Enquanto eu não me mudo, em preciso me jogar na vida aqui, aproveitar meus amigos ao máximo, minha família, e cheguei à simples conclusão clichê: aproveitar as coisas simples da vida.

Minha avó costuma dizer que muitas vezes nosso tempo não é o tempo de Deus. E eu acredito, sim, que as coisas acontecem quando tem que acontecer, basta cada um fazer sua parte. Talvez eu não viaje mais dia 28, talvez sim, não sei. É comum se revoltar, bater a cabeça na parede, se perguntar mil vezes “porque?”. É preciso saber que nem tudo nessa vida depende de você, mas a maneira como você vive, isso sim depende unicamente de você.


15 mar 2011

O Shrek também é príncipe encantado

Ai  ai, o príncipe encantado, todas as meninas sonham com um. Cada uma molda, na sua imaginação, o homem perfeito. Em um reality show, ouvi uma garota dizendo que o carinha que ela estava ficando era um príncipe encantado. O tal príncipe zombava dela, não dava a mínima atenção a ela e ainda tinha o péssimo habito de dar tapinhas na cara dela em tom de brincadeira. No meu conceito de príncipe encantado o cara passava longe! Mas como saber se ele é mesmo um príncipe encantado, se a referencia que a gente tem é um homem alto, cabelos sedosos e um cavalo branco?

Hoje eu tenho a sensação de ter ao meu lado (bom, por enquanto nem tão “ao lado” assim) a personificação de muitas qualidades que sempre admirei em um homem. Eu tenho alguém que tem os mesmo gostos quem eu, que na maioria das vezes me entende, ou pelo menos faz um esforcinho, enfim, um homem que me faz feliz. Se ele é perfeito? Não. Aliás, que pergunta boba, ninguém é perfeito. Sim, ninguém é perfeito, mas é difícil descobrir e conviver com isso. Se bem que conviver com a idéia de que seu parceiro não é perfeito, te faz lembrar que tu também não és perfeito.

Fazendo uma leve retrospectiva amorosa, eu me lembro de ter tentado me relacionar com caras tão diferentes de mim. Como poderia dar certo? Não que relacionamento entre pessoas totalmente diferentes não dariam certo, alias não estou aqui pra julgar relacionamento de ninguém. Mas quantas vezes eu me apaixonei por alguém e vendo algo na pessoa que não me agradava, eu pensava “ah isso muda depois” ou quantas vezes já vi amigas namorando pessoas totalmente diferente delas, e vivendo uma eterna batalha pra mudar a pessoa. E no final nunca conseguem. Porque ninguém consegue mudar ninguém. Como minha mãe sempre diz “ninguém muda, apenas piora ou melhora aquilo que é”. Sábio conselho. Pode haver coisas na pessoa amada que você não concorde, hábitos estranhos ou ideologia diferente da sua, coisas que talvez pra você sejam defeitos. Mas quando os defeitos dele são tão bobos que é possível esquecê-los com um simples beijo, ou uma bela conversa, é sinal de que pra você ele talvez possa ser perfeito. Quando você está certa de que viver com esses defeitos possa ser mais prazeroso do que penoso, parabéns, você encontrou alguém pra dividir os próximos momentos da sua vida. Eu acredito que tenha encontrado alguém pra dividir as próximas alegrias (e tristezas) da minha vida. Alguém que eu quero acordar todos os dias ao lado. Alguém que me faz sentir completa. Não sei como é morar junto, não sei como é casar, mas estou totalmente disposta a tentar.

Depois de dois anos dando toda a minha energia em um relacionamento à distância, ta na hora de juntar os trapinhos, de ser feliz juntos por mais de três meses. De acordar ao lado dele e não me preocupar que daqui a pouco ele, ou eu vamos ter que partir. Dia 28 de abril e deixo o Brasil pra morar junto com o cara que mim é um príncipe encantado. O meu príncipe, que eu tanto pedi a Deus durante muito tempo. Não vai ser fácil, eu sei – antes que algum pessimista fale isso, mas pretendo continuar compartilhando minhas humildes e simples palavras aqui, nesse diário virtual. Tantas idéias eu já tive a respeito de relacionamentos e agora vou me aventurar em coisas maiores, mais sérias, e bem longe de casa.


15 abr 2010

Enquanto a primavera não vem…

Quando eu falo que namoro à distância, a primeira coisa que as pessoas me perguntam é: Como tu consegues? Bom, nada mais sincero do que dizer que é tudo por amor. Mas claro, que por trás desse amor há muita tecnologia e muita, mas muita força de vontade.

Muito tempo atrás era super normal namorar à distância, mas as notícias sobre o namorado/noivo/marido demorava para chegar. As cartas eram a melhor opção para ascender o foto da paixão manter o contato.

Mas com o avanço da tecnologia, as cartas foram colocadas nas caixinhas de lembranças, e a internet tomou o lugar. Os enamorados e a mãe natureza agradecem. E-mails, msn, skype, sms.. Enfim, qualquer coisa que traga, e com rapidez, uma novidade sobre o namorado é bem vinda.

Durante um bom tempo nosso vínculo foi se formando através das mensagens no facebook. Como todos os gringos, ele usa este site de relacionamentos. Só aqui no nosso querido Tupiniquim o Orkut tem vez. Logo em seguida passamos a usar o Skype, mas só Deus sabe por que SEMPRE dava problema, e a gente tinha que escolher entre ver e ouvir um ao outro. Foi aí que meu namorado fez, aos 23 anos de idade, uma conta no MSN. Até hoje eu não consigo deixar de achar bizarro o fato de eu ser o único contato dele no messenger. Então esse é o nosso meio de comunicação aos domingos. É, da pra estar conectado com ele praticamente o dia todo, agora ver (atraves da tela, claro) só aos domingos, com raras exceções.

Mas vocês devem estar se perguntando “Tá Karina, mas afinal, como é namorar à distância?”. Maravilhoso não é, né? Mas o conselho que eu dou pra quem esta afim de começar um namoro assim é: entenda que tudo, TUDO é diferente. Não é um relacionamento normal.

Pontos positivos: Agora vocês devem estar pensando que eu sou uma louca! Pontos positivos? Sim, e não é só o caso de ver o copo meio cheio, às vezes uma distância pode até fazer bem ao relacionamento. Certeza: claro que certeza, certeza a gente só tem de que o mundo vai acabar em 2012 vai morrer, mas se sujeitar a ter um namoro à distância só é possivel quando se tem certeza dos sentimentos. De outra maneira não iria valer a pena tanta saudade, e por muitas vezes sofrimento. Honestidade: é preciso ser muito honesta e sincera com os sentimentos. Tá com raiva? Fala pra ele. Tá com muita saudade e não tá segurando a barra? Conta pra ele! O cara tá lá do outro lado do mundo e não tem o privilégio (ou não) de ver sua birra quando não gosta de alguma coisa. Muitas vezes namoros presenciais (que universitário) podem falhar por isso. A gente fica esperando que o cara descubra tudo que a gente pensa num piscar de olhos e esquece que a sinceridade é o melhor caminho pra um relacionamento saudável.

Pontos negativos: Não vou dizer que tudo é ruim, porque afinal eu amo meu namorado e não trocaria ele por cara nenhum aqui no Brasil, porém é inegável que não é mil maravilhas, né? Contato físico: pra mim o mais difícil é a falta de pele, de cheiro, beijos e abraços. Mas… é tudo por um bem maior! Então paciência! Desistência: com tanta saudade e distância às vezes a vontade de jogar tudo pro alto aparece, e isso pode balançar o namoro. Muito pensamento negativo pode fazer com que o seu namorado queira desistir também. Aí com os dois pra baixo, é dificil continuar com o relacionamento. Despedida: desde o dia que conheci meu namorado, eu convivo com isso (alo flash back?). É muito ruim viver meses de extrema felicidade e em seguida dizer tchau e voltar a vida normal sem ele. Até mesmo nas conversas via internet, a hora de se despedir é sempre muito ruim.

Mas pra ser sincera uma das coisas que mais me irritam é a pergunta: Tu é fiel? Eu realmente perco a paciência e sou grosseira. Acho essa pergunta meio ambigua. Se é pra enganar alguém, pra que namorar? Pelo simples prazer de trair alguém?

Dica: Não deixe orkut, facebook, msn ou skype estragar seu relacionamento. Não mantenha seu foco em investigar a vida do seu namorado. Cada um tem a sua individualidade, independente de relacionamento. Use esses meios de comunicação a seu favor!

Mas a verdade é que cada um sabe o que é melhor pra si, o que vale ou não a pena. E você? Já namorou à distância? Já pensou na idéia? Acha uma besteira?



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